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Festa junina gospel divide opinião entre pastores

Música gospel, comidas típicas e bebidas sem álcool fazem parte das festas juninas

evangélicasInúmeras igrejas evangélicas adaptaram as famosas festas juninas para os preceitos da religião, retirando a adoração a santos católicos e as bebidas alcoólicas e incluindo músicas gospel e comidas típicas.

O que para muitas igrejas é algo normal e já faz parte do calendário de eventos, para outras é um verdadeiro “absurdo” e o debate teológico diverte opiniões.

O UOL conversou com o pastor Cristiano Mendes da Congregação Luterana São Paulo, de Curitiba, que é favorável a realização das festas juninas evangélicas.

“Alguns pastores, que são muito radicais, acham que tudo o que não é evangélico é errado. Mas aproveitamos uma festa boa e tiramos aquilo que pode ter erro e fazemos a festa apenas para a congregação”, declarou.

Cada denominação dá um nome diferente para sua festa, entre os mais usados estão “festa do crentão”, “arraiá gospel”, “festa caipira” e outros. Denominações como Bola de Neve, Igreja Renascer em Cristo, e outras neopentecostais realizam esses eventos todos os anos e atraem milhares de pessoas.

 
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Ao UOL a líder do grupo de louvor da Igreja Batista em Itamotinga, interior da Bahia, descorda desse tipo de festa nas igrejas e usa a morte de João Batista para sustentar seus argumentos.

“Em uma passagem, a filha de Herodes [Salomé] pede a cabeça de João Batista. E muitos gritam [quando veem a cabeça decapitada]: ‘Viva são João’. João é um grande homem de Deus, e a gente não comemora. Por isso tiram a cabeça dele”, declarou ela sem saber que as passagens bíblicas não mencionam nada sobre essa declaração.

Na Igreja Presbiteriana do Brasil em Funcionário IV, em João Pessoa (PB), os jovens saem em retiro. “Não comemoramos, só aproveitamos a data para ficarmos em comunhão, palavra e oração. A nossa maior preocupação é quanto a nossos jovens não se sentirem atraídos pelos festejos pagãos e acabarem indo para outra comemoração além da igreja. Por isso alugamos um local, onde possamos ficar um pouco distante dos festejos e lá glorificar a Deus”, disse o diácono Diego Monteiro Pacheco.