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Pais evangélicos que recusaram atendimento médico para bebê por crerem na cura divina poderão pegar mais de 20 anos de cadeia
O casal evangélico Herbert e Catherine Schaible, condenados pela morte de um filho de oito meses por recusarem atendimento médico e optarem por aguardar a cura através de orações, deverão ser informados em breve sobre o tamanho da pena pelo juiz do caso. O júri popular que analisou o caso entendeu que os pais eram culpados, e a sentença com o tempo de prisão poderá ser superior a 20 anos. A pena máxima para o crime é de 40 anos. Quando o menino Brandon, de oito meses, faleceu por não receber atendimentos adequados, Herbert e Catherine Schaible já cumpriam pena de 10 anos de prisão pela morte de outro filho, em 2009, nas mesmas circunstâncias. Em 2010, a Justiça concedeu liberdade condicional a eles sob termos específicos de oferecerem atendimento médico aos filhos quando estes adoecessem. Herbert e Chaterine são membros da First Century Gospel Church em Philadelphia, uma pequena igreja pentecostal. Seus advogados pretendem argumentar que a crença na cura divina faz parte da doutrina recebida pelo casal, e que a falta de atendimento médico não se deu por malícia ou relaxo. Além dos dois filhos mortos pela falta de atendimento médico, Herbert e Catherine são pais de outros sete filhos, todos saudáveis: “Acreditamos na cura divina, que Jesus derramou sangue para a nossa cura e que ele morreu na cruz para quebrar o poder do diabo”, disse Herbert Schaible, num comunicado divulgado pela polícia em 2013, logo após sua prisão. Segundo Herbert, a medicina “é contra as nossas crenças religiosas”.